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COLUNA CERVICAL

A dor cervical é a quarta afecção que mais acomete a população no mundo, de acordo com os dados do Global Burden of Disease de 2012, com uma incidência de aproximadamente 10,4 a 21,3% da população.

Dor cervical é descrita como uma experiência sensorial e emocional desconfortável, podendo estar ou não associada com dano tecidual atual ou em potencial na região do pescoço, que começa na região superior da nuca e desce até a região entre as escápulas (ossos popularmente chamados de “asas das costas”).

A coluna cervical possui uma série de músculos importantes para o controle dos movimentos do pescoço e da cabeça. Os músculos da coluna cervical alta, denominados de “músculos subocciptais” (pois estão logo abaixo do osso occiptal) podem ser causas de cefaleia e dores irradiadas para a cabeça e, assim, o diagnóstico parte de uma avaliação cuidadosa dos movimentos da cabeça e pela palpação destes músculos.

A dor cervical pode estar associada à síndrome do chicote, à cefaleia cervicogênica (dor de cabeça de origem na coluna cervical), aos traumas, àquelas relacionadas ao trabalho ou, ainda, à radiculopatia cervical. Esta última disfunção envolve acometimento das raízes nervosas com irradiação da dor ou formigamento para ombro e membros superiores. Portanto, há casos em que as dores nos ombros, cotovelos e mãos não são causadas por estas estruturas, mas por problemas na região da coluna cervical, por isso é muito importante a realização de um diagnóstico diferencial durante a avaliação.

Geralmente, 50-80% dos pacientes com dor cervical irão reportar um novo quadro de dor cervical dentro de 01 a 05 anos.

Aproximadamente 45% dos pacientes com dor cervical aguda irão melhorar seu quadro de dor e incapacidade em aproximadamente 06 semanas, entretanto, pouca melhora ocorrerá após este período. Habitualmente, se a dor permanece por um período maior de 12 semanas (03 meses), considera-se que a dor seja crônica e não mais aguda e, neste caso, a conduta fisioterapêutica deverá ser de forma diferenciada de um quadro agudo.

Assim, é sempre importante consultar um profissional médico ou fisioterapeuta em casos de dores na coluna. O quadro clínico de cada condição pode variar bastante, portanto, é fundamental uma avaliação detalhada do paciente para a prescrição de um tratamento individualizado.

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